Pular para o conteúdo
Leão Viagens

Publicado em

O que fazer na Cidade do Cabo e no Cabo da Boa Esperança

Table Mountain, V&A Waterfront, a estrada até o Cabo da Boa Esperança e as vinícolas de Stellenbosch, com os dois dias da viagem África 2027 na cidade.

O porto do V&A Waterfront, na Cidade do Cabo, com barcos atracados e a Table Mountain ao fundo.

A Cidade do Cabo fica no extremo sudoeste da África do Sul, espremida entre o Atlântico e a Table Mountain, a montanha de topo plano que aparece em quase toda foto da cidade. Foi fundada em 1652 pela Companhia Holandesa das Índias Orientais, como posto de abastecimento dos navios a caminho da Ásia. É a cidade mais antiga do país.

Em dois ou três dias dá para ver o principal. Só a península, até o Cabo da Boa Esperança, toma um dia; o resto do tempo vai para a montanha e o porto. Com um dia a mais entram as vinícolas de Stellenbosch e Franschhoek, a cerca de uma hora de estrada. É pela Cidade do Cabo que começa a viagem África 2027 da Leão, com dois dias na cidade.

Table Mountain

A Table Mountain tem pouco mais de mil metros de altura e um topo quase reto, de vários quilômetros. Daí o nome, "montanha da mesa". Faz parte do Parque Nacional da Table Mountain, que segue pela península até Cape Point.

A subida mais comum é de teleférico. O piso das cabines gira, e nos poucos minutos do trajeto todo mundo vê a cidade e a encosta. Lá em cima, trilhas curtas contornam a borda do platô, com vista para o centro, o porto, o Lion's Head, o Signal Hill e, ao longe, a Robben Island. Quem tem disposição sobe a pé, por trilhas íngremes de algumas horas.

Com vento forte, chuva ou nuvem baixa, o teleférico para. A nuvem que às vezes cobre o topo tem até apelido na cidade: a toalha de mesa. No inverno, de junho a agosto, chove mais, e a visita sempre depende do tempo no dia.

Vista do alto da Table Mountain, com a estação do teleférico à esquerda e, abaixo, o Lion's Head e a Cidade do Cabo à beira do mar.

V&A Waterfront

O Victoria & Alfred Waterfront ocupa o porto antigo da cidade, que continua funcionando. O nome vem da rainha Vitória e do filho dela, o príncipe Alfredo, que em 1860 começou as obras do quebra-mar. Em volta das docas há lojas, restaurantes e hotéis, com a Table Mountain ao fundo.

Ali ficam o Two Oceans Aquarium e o Zeitz MOCAA, museu de arte contemporânea africana montado num antigo silo de grãos. É também do Waterfront que saem os barcos para a Robben Island, a ilha-prisão onde Nelson Mandela passou 18 dos seus 27 anos de cárcere. Dá para passar uma tarde livre ali, a pé, e ficar para o jantar.

A Península do Cabo e o Cabo da Boa Esperança

O passeio pela península costuma levar o dia inteiro, com muita estrada à beira-mar e algumas paradas. Pelo lado do Atlântico, a saída da cidade passa por Camps Bay, praia larga ao pé da cadeia de picos chamada Doze Apóstolos, e por Hout Bay, onde começa a Chapman's Peak Drive, estrada recortada no paredão sobre o mar.

Do outro lado da península, na costa de False Bay, ficam Simon's Town e a praia de Boulders, conhecida como a praia dos pinguins. Uma colônia de pinguins-africanos vive entre as pedras de granito, e os visitantes acompanham tudo de passarelas de madeira, a poucos metros.

O fim do caminho é a área do Cabo da Boa Esperança e de Cape Point, dentro do parque nacional. Em Cape Point, uma trilha ou um funicular sobe até o farol antigo, com mar dos dois lados. Na estrada é comum cruzar com avestruzes e babuínos. Os babuínos se acostumaram a pegar comida de turista, então não deixe nada à vista.

O nome tem história portuguesa. Bartolomeu Dias contornou o cabo em 1488 e o chamou de Cabo das Tormentas. O rei D. João II trocou o nome para Cabo da Boa Esperança, pela esperança de chegar à Índia por mar, o que Vasco da Gama conseguiu dez anos depois. O ponto mais ao sul da África, aliás, é o Cabo das Agulhas, mais a sudeste.

O promontório do Cabo da Boa Esperança e a pequena praia de Dias Beach, vistos de Cape Point, com o mar azul do Atlântico.
O Cabo da Boa Esperança visto de Cape Point.

As vinícolas: Stellenbosch e Franschhoek

A leste da cidade fica a região vinícola mais conhecida do país. Stellenbosch, fundada em 1679, é a segunda cidade mais antiga da África do Sul. Tem ruas arborizadas, casas brancas no estilo holandês do Cabo e uma universidade grande. Franschhoek quer dizer "canto francês" em holandês: o vale foi ocupado no fim do século 17 por huguenotes franceses que fugiam da perseguição religiosa. A La Motte é uma das vinícolas de lá.

As vinícolas recebem visitantes para degustação, e muitas têm restaurante. Vale provar a pinotage, uva criada na própria África do Sul, em 1925, do cruzamento da pinot noir com a cinsault.

Junho na Cidade do Cabo

Junho é inverno no hemisfério sul, e o inverno da Cidade do Cabo é de chuva. Os dias são frescos e as noites, frias. As frentes vão passando, com dias de sol entre uma e outra. Do lado do Atlântico o mar é gelado o ano todo, e nessa época as praias são para olhar. Uma jaqueta impermeável e roupa em camadas resolvem quase tudo.

A Cidade do Cabo na viagem África 2027

A viagem África 2027 vai de 15 a 28 de junho de 2027. O embarque nas cidades de origem é no dia 15/06, com pernoite no avião, e os dois primeiros dias em terra são na Cidade do Cabo:

  • 16/06: após a imigração, tour direto para o Cabo da Boa Esperança, com passagem pela praia dos pinguins e almoço (não incluído) em Camps Bay. Depois do passeio, tempo livre. Pernoite na Cidade do Cabo.
  • 17/06: de manhã, visita à Table Mountain, se estiver aberta, com ingresso não incluso. Depois, visita às vinícolas Stellenbosch e La Motte, opcional, com degustação não inclusa. Pernoite no mesmo hotel.

O V&A Waterfront fica fora do roteiro. Dá para ir por conta própria no tempo livre do dia 16.

No dia 18/06 o grupo voa para Victoria Falls, no Zimbábue; o post sobre as Cataratas Victoria conta o que se vê por lá. Depois vêm o safári em Chobe, em Botsuana, o Masai Mara, no Quênia, e Joanesburgo, antes da volta ao Brasil no dia 28/06. Um Tour Condutor que fala português e inglês vai com o grupo do embarque à volta. Na página da viagem estão o roteiro completo e as listas do que está e do que não está incluído.

Para uma empresa ou cooperativa, o mesmo roteiro pode sair como grupo exclusivo, só com o seu pessoal. A Leão é uma operadora de Joinville que monta e acompanha as próprias viagens em grupo desde 1989, e em maio e junho de 2026 levou um grupo à África do Sul, ao Zimbábue, à Zâmbia e ao Quênia.

Fale com a Leão

O WhatsApp abre com uma mensagem que já diz qual é a viagem: África 2027. Atendemos de segunda a sexta, das 9h às 18h.