Pular para o conteúdo
Leão Viagens

Publicado em

Pontos turísticos da China: de Hong Kong a Xangai

Hong Kong, Rio Li, Monte Tianmen, Guerreiros de Terracota, Zhangye, Cidade Proibida, Grande Muralha e Xangai: o que ver em cada um e como ir de um ao outro.

Vista aérea dos picos de calcário de Guilin, com o Rio Li passando entre eles e uma vila no vale.

Os pontos turísticos mais conhecidos da China ficam longe uns dos outros. Só de Hong Kong a Pequim são cerca de 2 mil km em linha reta. Numa primeira visita, um caminho que funciona bem sai de Hong Kong e passa pelos morros de calcário de Guilin e pelo Monte Tianmen, em Zhangjiajie. Depois vêm Xian e Pequim, com um desvio a oeste até as montanhas coloridas de Zhangye, e o fim é em Xangai.

Os lugares abaixo seguem a ordem desse caminho, que é também a do roteiro da viagem em grupo O Melhor da China 2027.

De Hong Kong a Xangai, ponto a ponto

Hong Kong

Hong Kong foi colônia britânica por mais de 150 anos e voltou à China em 1997. Hoje é uma região administrativa especial, com moeda própria. A cidade se divide entre a ilha de Hong Kong e a península de Kowloon, com o porto Victoria no meio. Os programas clássicos são dois: atravessar o porto na balsa Star Ferry e subir ao Victoria Peak para ver os arranha-céus de cima. À noite, a orla iluminada da ilha se vê melhor de Kowloon, do outro lado.

Guilin e o Rio Li

Há um ditado chinês sobre Guilin: as paisagens de Guilin são as melhores sob o céu. São centenas de morros de calcário, altos e arredondados, que a água foi dissolvendo ao longo de milhões de anos. O jeito clássico de ver é de barco pelo Rio Li, no trecho entre Guilin e Yangshuo, com os morros dos dois lados e vilas na margem.

Uma das vistas do rio, perto do vilarejo de Xingping, está no verso da nota de 20 yuans. O carste de Guilin faz parte do sítio Carste do Sul da China, Patrimônio Mundial da Unesco.

Zhangjiajie e o Monte Tianmen

Zhangjiajie, na província de Hunan, é mais famosa pelos pilares de arenito do seu parque florestal nacional, que costumam ser lembrados como inspiração das montanhas flutuantes do filme Avatar. A viagem da Leão não vai a esse parque. Vai ao Monte Tianmen, perto do centro da cidade, com 1.518 m de altitude.

No alto do Tianmen fica a Porta do Céu, um arco natural de cerca de 130 m de altura aberto na rocha. A montanha se sobe por um teleférico de mais de 7 km ou por uma estrada de 99 curvas, e do fim da estrada até o arco são 999 degraus. Lá em cima, passarelas presas ao penhasco, algumas com piso de vidro, contornam o paredão. Na região há também pontes de vidro sobre cânions.

Xian e os Guerreiros de Terracota

Xian foi capital da China por muitos séculos, sob dinastias como a Han e a Tang, e era o ponto de partida da Rota da Seda. Em 1974, camponeses que cavavam um poço nos arredores acharam os primeiros pedaços do Exército de Terracota: soldados de barro em tamanho natural, enterrados junto ao túmulo de Qin Shi Huang, o imperador que unificou a China em 221 a.C. Estima-se que sejam mais de 8 mil figuras, com cavalos e carros de guerra. Não há dois rostos iguais.

Os fossos ficam dentro de pavilhões, e o visitante vê as fileiras do alto. Boa parte do conjunto ainda não foi escavada.

Estátuas dos Guerreiros de Terracota vistas de perto, cada uma com um rosto diferente.

Zhangye e as montanhas coloridas

Zhangye, na província de Gansu, foi parada da Rota da Seda. A uns 30 km da cidade ficam as montanhas coloridas, também chamadas de montanhas do Arco-Íris. As faixas de vermelho, laranja, amarelo e tons de verde e roxo são camadas de rocha com minerais diferentes, que o movimento das placas tectônicas inclinou. Desde 2019 a área é Geoparque Mundial da Unesco, e a visita se faz por passarelas e mirantes, com ônibus internos entre eles. O texto sobre as montanhas coloridas de Zhangye entra nos detalhes.

Pequim: Cidade Proibida, Tiananmen e Grande Muralha

A Cidade Proibida, o antigo Palácio Imperial, foi construída entre 1406 e 1420. Ali moraram 24 imperadores das dinastias Ming e Qing, até o fim do império, em 1912. São mais de 70 hectares de pátios e salões de telhado amarelo, cercados por muralha e fosso, e hoje o conjunto é o Museu do Palácio. Ao sul fica a Praça Tiananmen, uma das maiores do mundo, diante do portão com o retrato de Mao Tsé-tung.

A Grande Muralha fica fora da cidade. Os trechos mais visitados, como Badaling e Mutianyu, estão a 70 ou 80 km do centro e são da dinastia Ming, restaurados. As subidas são fortes e os degraus, irregulares: vá de sapato confortável.

Grupo da Leão Viagens no grande pátio da Cidade Proibida, em Pequim, diante de um dos palácios.
Dubai, China e Japão, junho de 2025

Xangai

Xangai cresceu no século 19 como porto aberto ao comércio estrangeiro. O Bund vem dessa época: uma avenida à beira do Rio Huangpu, com prédios de bancos e companhias de comércio do começo do século 20. Na outra margem fica Pudong, que até os anos 1990 era quase só área rural e armazéns. Hoje reúne os arranha-céus da cidade, entre eles a Shanghai Tower, com 632 m, o prédio mais alto da China. O Bund rende mais à noite, com as duas margens acesas.

Os prédios históricos do Bund, em Xangai, iluminados à noite à beira do Rio Huangpu.
O Bund, em Xangai, à noite.

Distâncias e clima

Numa viagem assim, quase todos os trechos se fazem de avião ou de trem. A ferrovia de alta velocidade entre Pequim e Xangai, aberta em 2011, tem cerca de 1.300 km, e os trens mais rápidos fazem o percurso em pouco mais de quatro horas.

No fim de maio e começo de junho, o sul (Hong Kong, Guilin, Zhangjiajie) já é quente e úmido, com pancadas de chuva. Xian e Pequim são quentes e mais secas. Zhangye, na beira do deserto, tem sol forte e manhãs frescas. Para o trajeto inteiro, bastam roupa leve, uma capa de chuva, um agasalho para as manhãs e sapato fechado para as escadas.

Como a viagem O Melhor da China 2027 percorre esse caminho

O Melhor da China 2027 vai de 18 de maio a 3 de junho de 2027, com voos internos, trem-bala na China e os ingressos das atrações do roteiro incluídos. Um Tour Condutor que fala português acompanha o grupo do embarque no Brasil até a volta. O roteiro dia a dia e a lista completa do que está incluído ficam na página da viagem.

A Leão já levou um grupo à China em junho de 2025, numa viagem que também passou por Dubai e pelo Japão. Quem ainda está entre a China e outro destino pode comparar as saídas do ano em para onde viajar em 2027.

Na ida, o grupo passa um dia em Dubai, com tour panorâmico (o que fazer em Dubai ajuda a planejar essas horas). Na China, os dias ficam assim:

  • 21 e 22 de maio: chegada a Hong Kong prevista para as 14h45, com tempo livre, e na manhã seguinte um breve tour panorâmico pelo centro antes de seguir para Guilin. A balsa e o Victoria Peak ficam por conta de cada um, no tempo livre.
  • 23 de maio: passeio pelo Rio Li, com almoço no passeio.
  • 25 e 26 de maio: Porta do Céu, no Monte Tianmen, às 9h, com caminhada pelas obras de vidro ao redor do penhasco. No dia seguinte, ida opcional à ponte de vidro e voo para Xian.
  • 27 de maio: Guerreiros de Terracota e Torre Pagoda pela manhã, breve tour panorâmico por Xian à tarde e voo para Zhangye.
  • 28 de maio: montanhas coloridas de Zhangye.
  • 30 de maio: Cidade Proibida e Praça Tiananmen (se estiver aberta).
  • 31 de maio: Grande Muralha, pela manhã. O roteiro não diz qual trecho.
  • 1º e 2 de junho: trem-bala para Xangai e tempo livre à beira do Rio Huangpu. No dia seguinte, os principais pontos turísticos da cidade, com subida à Shanghai Tower, antes do voo de volta, com conexão em Dubai.

Fale com a Leão

O WhatsApp abre com uma mensagem que já diz qual é a viagem: O Melhor da China 2027. Atendemos de segunda a sexta, das 9h às 18h.